É isso aí. Novamente é hora de tomar decisões. Muitas e grandes. Aquelas que mudam o percurso da nossa vida e de outros também.
Mas a preocupação só aparece para aquelas pessoas que levam a sua própria vida a sério. E eu levo.
Não deveria. Nunca saberei se as decisões tomadas foram certas ou erradas, afinal, não se vive novamente para fazer tudo diferente e quando acabar dizer “Não a decisão anterior foi melhor”.
Mas pelo menos, as decisões ainda estão no meu poder. A vida não veio como um acidente geográfico que estreita os caminhos e só deixa uma opção. Uma opção, ruim ou boa, porém, unitária.
Essa é a vida, sem lógica alguma. Sem estatística. E eu vou indo, abrindo portas e deixando que outras se fechem automaticamente, sem saber o que poderia existir lá dentro.
The tree of life
Agosto 1, 2008 · 3 Comentários
Categorias: Gustav Klimt · Pessoais · art · arte · diário
Etiquetado: decisões, Gustav Klimt, vida

3 respostas Até agora ↓
May // Agosto 6, 2008 às 3:09 pm |
sabe o q eu andei aprendendo por aí nestes tempos em q vc naum está aqui para dividir comigo o aprendizado? que o acaso é quem manda na vida de todo mundo e pronto. planos estimulam, são nosso combustível para viver, mas naum adianta planejar e querer q cada passo do caminho seja do jeito q a gente imagina. vc mesma é prova disso…londres era o único e inicial destino e eis q um menino surgiu um dia e mudou o rumo de tudo. depois veio paris e com paris veio outra vida. outro caminho, novas possibilidades e desistências tb. descobri esses dias q naum se pode ser fixa na vida, q a chave é entrar nas portas q nos interessam naquele momento, ainda q aparentemente elas naum nos levem para onde pensávamos ir. a chave é fazer o agora valer a pena, é encontrar pra esse momento a compensação da vida e continuar no movimento do mundo, pois é esse movimento q nos dá e nos tira e é nesse movimento q nos encontramos e percebemos q podemos ser mto mais satisfeitos do q imaginamos quando a gente entende q naum somos nós os donos do destino. a gente faz as nossas escolhas e age dentro das nossas possibilidades particulares, mas além do nosso esforço (e esse pdoemos garantir) as coisas q queremos dependem do universo. dependem daquela pessoa, naquele lugar, pensar o q deveria pensar pra resultar no q a gente espera…entendeu? naum dá! esperar é fatalmente se frustrar e nada mais. a gente segue, vai, entra, sai e sempre, mas sempre tem alguma coisa no caminho q vale a pena e mudar de plano é sempre bom. a gente testa e uma hora acha. de vez em quando a gente descobre q naum é o q a gente queria q vale a pena, mas o q a gente conseguiu. ainda assim, minha amada gui, eu acredito e num determinado momento, no tempo do mundo, a gente alçança o objetivo, mas nunca, nunca, nunca, nunca do jeito q traçamos.

espero q seu blog me permita dizer tudo isso!
ShigueS // Agosto 9, 2008 às 12:42 pm |
Uau… isso foi praticamente um post May. Parabéns!
Gui, fiquei no suspense. Como assim “novos rumos”? Explica aí!
lau // Agosto 12, 2008 às 12:50 pm |
é brow, explicaí!
hehe. sem lógica alguma, mas a gente pode dar uma mãozinha, claro… o melhor é poder bancar nossas decisões!