Eu era tudo para ele. Em meus olhos ele encontrava a pessoa que eu sempre quis ser. Amável, paciente, alegre, charmosa, inteligente. E ele era o pensamento que caminhava insistentemente entre o lúdico e o real.
O que houve com nós dois ninguém saberia explicar. Alguns dizem que o tempo não era certo, outros, que o destino não quis.
O que sabemos é que, no começo, éramos tudo, então passamos para contatos intensos, beijos sem intenção, telefonemas perdidos, sms de madrugada, despedidas, dor, traição, rejeição, pensamentos distantes, pequenas lembranças, significantes esquecimentos, pó, fumaça, nada.

2 respostas Até agora ↓
Zé // Maio 28, 2009 às 2:31 pm |
Os feelings têm aerodinâmica e velocidades infinitas. Às vezes o que sobra dos afetos é uma cadeira vazia.
Goeldi é matador. Frank Miller deve ter se inspirado nele.
Silmara // Agosto 10, 2009 às 4:42 am |
Olá! Gostaria de te convidar para visitar meu blog e fazer parte dos “Cheirosinhos”!!!
http://www.saboneteshidratantes.blogspot.com
Obrigada!
Bj. Silmara.